junho 21, 2020 3 translation missing: pt-BR.blogs.article.read_time 0 Comentários

Conhecendo Eduardo Neves.

Nesse dia mundial do skateboard, trouxemos uma matéria muito especial, contando um pouco mais sobre Eduardo Neves, skatista Sul-Mato-Grossense de apenas 18 anos que vem como uma das promessas do time Diamond Supply Co. Brasil. 

 

Você que já anda desde muito novo, qual foi seu primeiro contato com o skate? 

Meu pai andava de skate, sempre tive skate em casa... Antes de começar a andar eu já brincava com o skate.

 

Quando foi que você teve esse contato maior com o skate e despertou o interesse de realmente se jogar e viver disso?

Sempre gostei de esportes, desde muito novo, com 10 anos meu pai me levou para Florianópolis para passar uns dias na Hi-Adventure, à partir desta viagem, comecei a enxergar o skate de uma maneira diferente, pirei! Foi muito louco, vi o Pedro Barros andando, vi o Felipe Foguinho, fiquei em choque! Pensei: “É isso que eu quero!“  

 

Pensando nas referências que você tinha quando começou a andar e dos dias de hoje, quais seriam as principais?

Apesar de sempre admirar o rolê do Pedro Barros desde muito novo, a cidade onde morava não tinha bowl nem vert, então comecei a buscar referências também no street: Luan de Oliveira, Ryan Sheckler...

Ainda hoje são referências para mim e outros que surgiram depois como Aurelian Giraud e Yuri Facchini.

 

O que você considera a maior característica do seu role?
Acho que uma característica seria a conexão entre os obstáculos, gosto de conectar manobras de quarter com corrimão, gap, bordas, de uma maneira que o skate possa fluir.
 

 

Para um skatista das ruas qual foi o impacto da quarentena nesses últimos meses?
Tá difícil! Mas está difícil para todos, gosto muito de andar na rua e nessa quarentena não tenho andado, fazendo minha parte e esperando o momento certo de voltar.

 

 

Foto por Rafael Censi

Qual a principal mudança para você hoje fazendo parte do time Diamond Supply Co. Brasil?
Fez toda diferença! Quando você é chamado para um time de uma marca conceituada como a Diamond, é como um reconhecimento de um trabalho bem feito, você se sente motivado e ainda com mais gás para seguir em frente! 

Qual sua maior motivação para continuar sempre no corre do skate?
Acordar e saber que vou andar de skate é minha maior motivação, amo o que eu faço. É meio inconsciente, como respirar. 

Você que é de Campo Grande – MS, como é estar no corre mesmo mais distante de onde o game acontece com maior força?
Pra mim isso nunca foi uma barreira, acredito que quando você deseja uma coisa realmente não importa aonde você esteja, você irá criar um caminho para alcançá-lo, é o que eu procuro fazer. 

Tivemos o primeiro contato com o seu rolê através do Guilherme Abe. Fale um pouco sobre o seu contato com o Abe e o canal SobreSkate.
O Abe sempre me ajudou e continua ajudando muito, quando me chamou para fazer parte do SobreSkate fiquei muito feliz, eu era muito novo, não tinha muita noção das coisas (risos), ele teve muita paciência comigo...

O canal me abriu muitas portas, conheci muitas pessoas, viajei para muitos lugares, isso me fez evoluir como pessoa e skatista.

Ele é uma referência para mim. 

Deixe uma mensagem de incentivo e conselho para as pessoas que têm o objetivo de viver de seu sonho.
Acredito que um dos caminhos para felicidade é fazer o que gosta, mas isso exige foco e determinação, saber que como no skate você vai cair muitas vezes, mas o importante é se levantar e seguir em frente e não desistir.

Live your dreams!


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